Percussão: Ritmo, Ancestralidade e Expressão Coletiva

Na oficina de Percussão da Associação Querubins, os tambores falam, os corpos vibram e a história pulsa em cada batida. Aqui, a música é mais do que som: é resistência, cultura e caminho de transformação.

Voltada para crianças e adolescentes dos 9 aos 16 anos, a oficina proporciona o contato com ritmos afro-brasileiros como samba, maracatu, congado, afoxé e congo. Ao mesmo tempo, os educandos desenvolvem técnica instrumental, escuta sensível, senso de grupo e protagonismo musical.

Objetivos da oficina

  • Ensinar técnicas de instrumentos como timbal, repinique, caixa de folia, surdo, triângulo, congas e marimba de vidro.
  • Promover o conhecimento e a valorização da cultura afro-brasileira.
  • Desenvolver a leitura musical, o tempo, a coordenação motora e a prática em conjunto.
  • Estimular a criatividade musical e a criação de novos ritmos.
  • Conectar os educandos com suas raízes culturais e com os grupos de referência da música percussiva no Brasil.

Como acontece

As turmas são organizadas por faixa etária e nível de formação musical. Aulas teóricas e práticas se intercalam, com atividades que vão desde exercícios com baquetas em placas de madeira até ensaios com instrumentos. Os alunos aprendem a tocar em grupo, a improvisar, a criar convenções rítmicas e até a reger formações coletivas.

Além disso, a oficina se articula com outras linguagens do projeto, como a Dança Afro, ampliando a vivência cultural dos participantes. Parte do conteúdo também é dedicada à pesquisa de repertório e às apresentações em eventos internos e externos.

Querubloco

A oficina abriga o Querubloco, grupo noturno de percussão que prepara os educandos para apresentações e ações culturais públicas. Em 2024, o grupo finalizou seu novo CD instrumental, Nossa Pulsação, com composições autorais inspiradas em vivências institucionais e grupos como Olodum e Ilê Aiyê.

Outro destaque foi a visita do grupo Roda de Timbal, que realizou um intercâmbio musical com os educandos e fortaleceu os laços com a cena cultural de Belo Horizonte.

Materiais utilizados

  • Tambores variados
  • Xilofones e marimba de vidro
  • Livros e vídeos sobre ritmos afro-brasileiros
  • Instrumentos construídos pelos próprios educandos
  • Acessórios de baqueta, placas de borracha, entre outros

Na percussão do Querubins, cada batida ecoa identidade, expressão e pertencimento.
É o som de um futuro mais justo, construído em conjunto, no compasso da transformação.

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